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Uma questão de limpeza – I e II

Uma questão de limpeza – I e II
Dois colegas de profissão envolveram-se dentro de um quarto de hotel depois de algum tempo de sedução e desejo entre ambos. A investida foi feita por ele aquando de uma visita a um dos quartos. Por ela, carimbava o objectivo de deitar-se na mesma cama que o seu superior.

Parte I
A Landa era recepcionista num dos mais conceituados hotéis da cidade de Lisboa. Uma mulher alta, bonita, com longos cabelos castanhos e um sorriso contagiante. Uma mulher que se vestia sempre de uma forma executiva. Uma mulher que se vestia sempre bem.

O Nuno era o gerente do hotel. Tinha acabado de vir do Brasil para vir trabalhar temporariamente em Lisboa, naquele hotel. Alto, com uma postura robusta é um homem empenhado profissionalmente.

– “Landa, pode chegar ao meu gabinete?” pediu o Nuno à Landa através do auscultador.
– “Dá licença, Sr. Nuno?” perguntou a Landa para entrar no gabinete, que se encontrava no último andar do edifício.
– “Claro, faça favor.” , respondeu-lhe o Nuno.

Deixou que ela se aproximasse perto da sua secretária para continuar:

– “Landa, sei que é responsável pelas limpezas dos quatros. Orienta toda a equipa de limpeza e tomei conhecimento que acompanha ao pormenor as operações de limpeza de todos os pisos. Contudo, gostava de abordar alguns pontos consigo, pode acompanhar-me a alguns quartos?”
– “Claro, vamos a isso.”, respondeu a Landa meio atrapalhada, pois não fazia ideia a onde queria o Nuno chegar com tal diálogo.

Digamos que mal o Nuno a convidou a visitar alguns quartos, o centro das suas pernas começaram a escorrer algum líquido vaginal. A Landa acompanhava de perto todos os movimentos do Nuno. Sabia as suas rotinas dentro do edifício. Sabia as horas que saía do hotel e quando chegava. Tinha ganho um “carinho” especial por ele ao longo dos poucos dias que lá trabalhara.

– “Sabe Landa, estes quartos precisam de uma limpeza mais profunda. Foi um dos pontos que me pediram para corrigir neste hotel. Repare ali…”

Quando ela se debruçou para ver a parte de trás de uma mesa, ele agarrou-lhe nas ancas e juntou o seu rabo ao centro das suas pernas. Uma pancada forte. Muito repentina. Deixando-a estupefacta.

– “Nuno..”
– “Diga Landa. Não quer? Sei que quer.”

A Landa era surpreendida com um ataque sexual dentro do seu local de trabalho. Um ataque bruto que a deixou em dúvida se seria um momento de sexo mútuo ou de uma violação no local de trabalho.

– “Não a vou magoar. Calma. Só quero dar-lhe aquilo que tanto deseja.” Continuou o Nuno.

Ele não era nada burro. Sabia que ela o tinha no pensamento constantemente. Ele conseguia ler nos seus olhos sentimentos e vontades que a Landa tinha. Conseguia perceber que a vontade dela era metê-lo num quarto e procurarem, juntos, satisfazer a tesão que sentem um pelo outro.

Ele começou por retirar cada peça de roupa dela com calma. Cada peça que era tirada, era depois atirada para o chão do quarto. As mãos dela rapidamente ficaram presas às mãos dele por cima da sua cabeça. Isto, deitada na cama de barriga para cima. As costas dela já a faziam levitar com algum prazer que ia sentindo com os actos dele. A língua dele navegava os cantos do seu corpo, dos braços ao ombro, cada um dos grandes peitos dela, o seu pescoço que era “qualquer coisa”. Ele, a cada segundo que passava, mais excitado ficava. O seu pénis apontava à vagina dela que escorria tanto. Tanto. Mas tanto.

Ele, desceu. Desceu todo o seu corpo até encontrar o melhor dela. A vagina dela era bonita. Sim. Bonita. “Feita a régua e esquadro”. Ele fez-lhe um minete que a fez agarrar os cabelos encaracolados que ele tinha. A língua dele explorava o seu clitóris quando não entrava, ao máximo, dentro dela, de vez em quando por vontades próprias mordia-lhe as pernas e com as mãos agarrava firmemente no seu rabo.

Depois de um bom momento naquela posição, ela quis retribuir e pediu-lhe que se deitasse na cama de casal do quarto. O broche dela era quente. Tão quente. Fazia-lhe arder quase o pénis. A língua dela enrolava-se nele como uma cobra se enrolar sobre a sua presa para a sufocar. Ela não se esqueceu das bolas penduradas, da virilha, de tudo um pouco envolvente ao seu pénis.

– “Quero na banheira!” pediu ela.

Ela pediu e assim teve. Uma boa foda na grande banheira daquele quarto. Uma banheira jacuzzi que se encontrava elevada ao nível do quarto. Este, digamos, era um quarto caro. Raramente usado. Só por vedetas. O seu preço era mesmo elevado, talvez devido ao seu interior. Dentes de marfim faziam companhia a quadros de elevado valor. A cama, essa, era gigante e recheada de peças de roupa caríssimas. Este era o quarto mais valioso do hotel.

A foda na banheira deixou-a num estado… Digamos que as suas pernas tremiam da “porrada” que tinham levado dentro de água. Os suores nos corpos de ambos mostravam a real situação que ali se estava a passar. Dentro da água quente da banheira ele tinha-a fodido de quatro, principalmente.

Levantaram-se e secaram-se nas toalhas penduradas no quarto de banho. Uma espécie de pausa no serão de sexo que ali se ia passando, a meio da tarde.

– “Estúpido!” Gritou a Landa ao Nuno.

Quando? Perguntam vocês?
Quando ele lhe bateu, com a mão aberta, no seu rabo. Uma palmada seca, sem aviso prévio. Aquelas palmadas que dão dor, que deixam marca!

– “Mereces, pela falta de limpeza dos quartos!” brincou ele com a situação que ali os trouxe!

O quarto foi deixado numa autêntica espelunca. Aquela estadia tinha terminado com o bater da porta e com ambos bastante arranjados. Nada diria que tinha havido sexo ali.

– “Landa, semanalmente irei conferir a estratégia de limpeza e arrumação dos quartos.”, atira o Nuno em tom provocador.

QuestaoDeLimpeza2

Parte II
Depois do primeiro encontro, no local de trabalho, durante a hora de expediente, o desejo permaneceu no corpo da Landa e deu início a um novo esquema de procura de sexo. Desta vez, no escritório. Voltaram a envolver-se antes de partirem para um merecido momento relaxante.

Na semana passada a Landa e o Nuno tiveram a sua primeira aventura. Uma hora ardente de sexo num dos quartos do hotel. Essa hora permitiu a que houvessem outras horas. Tinha sido iniciado o jogo para outras tardes ou noites e se fosse preciso manhãs de prazer no local de trabalho.

O Hotel acabava de receber um grande grupo de turistas estrangeiros quando a Landa aproveitou a ocasião para chamar à recepção o Nuno.

– “Nuno, pode chegar cá a baixo?”
– “Claro!” respondeu-lhe rapidamente.

O Nuno desceu até ao piso zero e reuniu-se com a Landa para tentarem resolver uma questão com um grupo de hóspedes. A determinado momento, a Landa meteu no bolso do casaco do Nuno, sem este se ter apercebido um papel que devia ser lido quando este chegasse ao seu escritório.

Ao chegar ao seu escritório e ao colocar a mão no bolso, apercebeu-se do papel e leu para si:

– “Preciso de ser castigada!”

Ele não tinha dúvidas. Tratava-se de uma mensagem da Landa. Uma mensagem de uma pessoa que estava desejosa por voltar a receber um intervalo no seu horário de trabalho.

– “Landa, pode subir ao meu gabinete?”

Tanto era o desejo dela que a subida dos longos andares fez-se em segundos.

– “Dá licença?” perguntou a Landa.
– “Claro Landa! Entre.”
– “Vim o mais raápido que pude, precisa de algo?” brincou ela com o seu tom de voz profissional.
– “Sim Landa.” Respondeu-lhe enquanto colocava uma das suas mãos num dos ombros da Landa.

Ela, sentada numa das duas cadeiras da secretária e com as mãos apoiadas nos joelhos, disse:

– “Diga.”
– “Sabe Landa, preciso de um broche.”
– “Caro Nuno, como posso então ajudá-lo?”
– “Landa.. Landa.. Vê aquele tapete, ali, ao fundo? Veja se fica bem ali, confortável, de joelhos.”
– “Mas que belo tapete, caro Nuno, um bom tapete.” Foram estas as últimas palavras da Landa antes de encostar os lábios ao já erguido pénis do Nuno.
– “São funcionárias destas. Profissionais. Leais. Que eu gosto. Qualquer dia podemos tratar da renovação do seu contrato, Landa.”

A Landa fechava os olhos e fazia tão bem, ou melhor, aquilo que tinha feito na secção anterior.

– “Landa, suba para a minha secretária.” Pediu cordialmente.

Mal ela deu os primeiros passos rumo à grande mesa de madeira, uma palmada seca fez relembrar a da última vez. A diferença é que agora ela estava ainda vestida.

– “Queres que te chame de estúpido novamente, é isso?” disse a Landa com um ar de quem nem tinha sentido toque algum.

Ela de quatro, em cima da secretária, já sem qualquer peça de roupa foi penetrada bem fundo, desde a primeira pancada.

– “Cão que ladra não morde e tu és o contrário!”

Gritou ela relembrando o ar calmo e tímido que caracterizava o Nuno, desde que este chegou ao hotel até aos momentos mais íntimos. Ela recorda-o como um homem sereno, que parecia não fazer mal a uma mosca.

– “Bom elogio. Agora vê se suportas isto!” disse o Nuno enquanto puxava os cabelos da Landa para trás e lhe dava uma boas palmadas nas nádegas.

Logo de seguida, deitou-se num sofá que estava encostado à parede e aguardou a chegada da Landa, já exausta, para o seu colo. Ela, ainda com as restantes forças que tinha, cavalgou o máximo que conseguiu enquanto que as suas mamas…

Mamas… mas que mamas… grandes. Rijas. Firmes. Os seus movimentos do corpo podiam ser bruscos que as mamas não baloiçavam sem justificação. Umas mamas de sonho para qualquer homem.

… as suas mamas tocavam na cara dele de uma forma bruta. Ele, beijava-as sempre que podia. Algo que a excitava imenso o que a ajudou a atingir diversos orgasmos naquela posição.

– “Quero o teu sémen na minha boca!” exigiu a Landa.

Se ela pede, ele dá. Com a Landa de joelhos, ele derramou tudo o que tinha na sua boca quando, de seguida, ela engoliu e continuou a saborear o seu pénis.

– “Landa, à hora da sua saída, aguarde por mim na recepção.”
– “Mas..”
– “Hoje levo-a a jantar.”

O Nuno queria recompensar as aventuras sexuais que tinham realizado até à data e mostrar que não a queria usar. Levou-a a jantar a um bom restaurante e mostrou-lhe que queria mais daquilo. Não queria usar uma funcionária. Queria partilhar momentos de prazer com a Landa

Creditos: Alexa
Retirado de outro site

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