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Aventura no exterior

Aventura no exterior
Eu tinha meus 20 anos quando fiz minha primeira viagem ao exterior. Londres! Cidade maravilhosa! Precisava de umas férias do Brasil, sair da rotina, conhecer uma nova cultura e gente nova e melhorar meu inglês (não sabia o quão diferente o Inglês britânico era comparado ao que a gente aprende na América).

Tudo era novo pra mim, era complicado até de atravessar a rua, o mais difícil era ficar longe dos amigos e as peguetes que deixei me fizeram falta mais tarde. Mas quando se é mais novo você se sente mais aventureiro, todo dia dava pra escrever uma estória.

Conheci um pessoal na escola de inglês que me matriculei na primeira semana, gente de todos os cantos da Europa, eles me chamavam de “American” (Americano) já que era o único da sala que realmente veio da América. Já no primeiro mês me chamaram pra uma festa, aniversário da Beth (grande amiga). Tava demorando, precisava sair pra alguma festa pra me divertir.

A festa foi na casa da Beth mesmo, ela dividia uma casa com outras duas amigas que também faziam intercâmbio. Estava tão empolgado que acabei chegando mais cedo, além do mais esqueci de comer antes de ir para festa. Chegando lá só tinha a aniversariante de rosto familiar, dois caras arrumando algumas coisas e duas gatas no sofá esperando o resto do pessoal chegar.

Sentei no sofá com as garotas, duas polonezas lindíssimas, uma com os seios fartos com aquele decote que ipnotiza a gente e a outra com uma raba carnuda que dá vontade de dormir agarrado (foi o que pensei quando se levantou). Trocamos umas idéias, ficava pensando qual das duas eu iria investir o resto da minha noite. Adoro bunda, mas sou um grande fã de peitos também, sempre fui.

Falamos sobre as diferenças dos nossos países e tudo mais, nós estávamos morrendo de fome então decidimos ir a uma lanchonete ali perto, se for beber melhor comer antes pra não queimar a largada. Porém estava com problemas com o cartão de crédito internacional que ainda não fora liberado e tinha apenas 4 libras no bolso, para minha infelicidade os pratos custavam mais caro que isso.

Fiquei sem graça mas acabei falando para as minas que estava sem grana naquela noite, expliquei o problema do cartão e tudo mais e elas ofereceram para pagar mas eu não aceitei, estava muito sem graça. Fui ao banheiro rapidamente, alguns minutos depois nós 3 na mesa a garçonete traz um prato extra com hamburguer e batatas, a loira olha pra mim e fala, mais tarde vc me paga em serviços 😉 . Pensei, “me dei bem”.

Voltamos para a casa e o todo o pessoal parecia ter chegado. Parecia muito legal estilo as festas dos filmes do American Pie. Muita bebida e gente bonita, e eu o único brasileiro no meio. A loira peituda chegou no meu ouvido e disse, “vou ao banheiro, você me acompanha?” e me deu uma piscadinha com um sorriso safado. Falei “só vamo!”
O banheiro era no andar de cima, subo as escadas com meu pau já duro, ela me puxa pra dentro e tranca a porta.

A gente se beija, ela segura me pau e fala no meu ouvido “hoje eu sou sua putinha”. Ela abre o ziper da minha calça e se ajoelha, quando ela dá uma lambida na cabeça alguém bate na porta, ela pergunta quem é? Era Emilly a rabuda, ela chega perto da porta pra abrir e eu tento me arrumar falando “o que você tá fazendo? Não abre a porta!”. Ela abre e fala “Você demorou”.

Emilly chega mais perto e fala “Eu notei como você me olhou, a gente não sabia qual das duas você queria então decidimos dividir”, Patrycia, reabre minha calça e volta a seu trabalho enquanto Emilly mordia minha orelha, nunca senti tanto tesão na minha vida, duas gostosas que eu queria dominar estavam me dominando. Patricyas com a boquinha tão suave chupava igual uma bezerra com sede, fazia aquele glub…glub… que todo homem adora, Emilly também de joelhos ajudava, uma na cabeça e a outra no tronco. Se beijavam de vez em quando, tava ficando louco vendo tudo de pé.

Segurei muito para não gozar, queria fazer aquilo durar o máximo que pudesse. Pedi para Patricya se levantar e coloquei ela de frente o espelho para eu pegar por traz, adoro ver peitudas balançando apesar de adorar uma rabuda. olhei pra Emilly e disse “You are the next” (você é a próxima). Nunca me senti tão macho na vida. Tive muitas transas antes, mas aquela noite foi especial. Queria fazer todas as posições que conhecia ali no chão do banheiro mesmo, e umas que só tinha visto em filme, enquanto comia a rabuda de quatro ela chupava a outra.

As camisinhas acabaram, imaginei que já tinha que voltar pra festa apesar de nossa festinha particular ser bem melhor. coloquei as duas de joelho e elas me masturbaram e chuparam até eu gozar. MAS QUE GOZADA GLORIOZA! Não acredito em paraíso, mas aquele foi o melhor momento da minha vida. Quando saí do banheiro tinha 3 amigos do cuso do lado de fora esperando curiosos pra saber quem tinha se dado bem. Viram que era eu e gritaram Ôôooo!, Uma a primeira mina saiu e gritaram Ôôoooo!, a segunda saiu e gritaram ÔÔôôoooooooooooooooooooooooooooooo! Parecia que o Brasil tinha ganhado mais uma copa do mundo e eu marquei um golaço! Meus amigos me chamaram de Sex Machine, ficava sem graça, mas me senti fodão.

Na semana seguinte encontrei Emilly no ponto de ônibus, falei como se tivesse brincando “A gente tem que repetir aquela festa heim…”. Ela sorriu e disse, “Essa semana eu não posso, meu namorado está em casa”.

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