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Começou no Cacilheiro

Começou no Cacilheiro

Conheci o Jorge no Cacilheiro, era de noite fui para o porão, só estava uma pessoa ali em baixo, na parte menos visível, era um homem de uns 35 anos, eu tenho 42, e como ele estava a fumar, o que era proibido eu fui sentar-me em frente e tirei um cigarro, disse-lhe que também ia aproveitar, ele disse para estar à vontade que aquela hora não ia ninguém para ali Ele tinha um jornal, mas dobrou-o ficando com uma revista que era o que ele estava a ver, a capa tinha apenas um homem nu, de perfil e era para aí alemã pelo titulo, estava a olhar para a foto e ele mexeu na braguilha, esfregando um volume que deixava antever um caralho respeitável e já duro, os meus olhos ficaram fixos naquele enchumaço, convidou-me a sentar-me ao lado dele e ver as fotos, nunca disse que não a um homem desde muito novo e sentei-me ao lado dele também já de pau feito. As primeiras fotos tinham homens a mamar caralhos e ele comentou como eles deviam mamar bem, respondi logo que com paus daqueles era o que dava vontade, ele já nem pensou mais, abriu a braguilha das calças de fazenda e mostrou o caralho de 19 cm com uma soberba cabeça rosada. Deitei a mão a ele e agarrei com força, agitei duas vezes e debrucei-me enfiando logo na boca, engolindo até aos colhões, comecei a mamar. o barco estava a partir tinha menos de 10 minutos para o broche, só agarrando nos colhões como se fosse um trofeu mamei desalmadamente ao som dos gemidos e nomes que ele me chamava em 5 minutos ele esporrou-se todo na minha boca, engoli com gosto aquele leite delicioso e limpei com a língua até o deixar limpinho, quando me levantei, ele disse-me que eu era um paneleiro muito competente, gabou o meu broche e disse que nunca se tinha vindo numa boca, eu disse que fazia sempre assim e ele disse que pelo jeito já tinha feito a muitos, confirmei que já tinham sido bastantes sim, ele perguntou-me se eu também gostava de levar no cu, disse logo que sim e ofereci-me para lhe dar o cu, se tivesse um sitio para irmos, saímos juntos, fomos para o carro dele e depressa fomos parar ao campo de futebol em Almada com vistas para a Lisnave. Durante a viagem fui preparando, abri a braguilha e brinquei com o caralho dele. no campo não estava mais ninguém disse para sairmos, ajoelhei-me e dei umas chupadelas no caralho, mandou debruçar sobre o capô do carro, baixou-me as calças, esfregou os dedos com saliva no meu rego, enfiou dois dedos, cuspiu no cimo do rego e a saliva deslizou pelo mesmo, senti o pau dele apanhar o cuspe e esfregou-o de cima a baixo, com as duas mãos eu abria as nádega deixando o olho bem aberto, esfregou até encontrar o meu buraco do prazer lentamente mas sem parar foi enfiando, senti uma pequena, dor, mas assim que ele entrou todo dentro de mim, senti os colhões nas nádegas dei um suspiro de prazer e pedi para me enrabar, primeiro lentamente mas com gestos vigoroso começou o vai vem, depois aumentou e começou a foder-me com força e depressa enterrando o caralho todo, chamou-me puta, paneleiro, panasca, fodeu com toda a força, gemi de gozo e pedia para não parar, enrabou-me mais de 20 minutos até com berros e ofensas encheu o meu cu de esporra, eu vim-me sem tocar no meu pau. Vestimo-nos e fomos para o carro, ele disse que já tinha fodido muitos paneleiros mas nunca um tão panasca como eu, perguntou-se se eu dava a muitos e eu disse que todos os que me quiseram foderam-me porque eu adorava ser bem fodido, ele disse que tinha uns amigos que também iam gostar e eu disse que até os podia juntar, ele adorou a ideia, deixou-me junto ao meu carro e despediu-se com esta frase:
-prepara-te bem quero-te amanhã nessa morada que te dei, vais ser o paneleiro de um bando de fodedores de paneleiros, e tu vai ser o único, vais beber muito leite de machos e levar muita esporra no cu.
Entrei no carro vi o endereço a 15 minutos da minha casa numa zona de vivendas, ia ser muito bom, adoro bacanais e ser o único paneleiro no meio de muitos caralhos. (CONTO ENCONTRADO NA NET)

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