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COMO PERDI MINHA VIRGINDADE

COMO PERDI MINHA VIRGINDADE
COMO PERDI MINHA VIRGINDADE

Nesta estória irei descrever o que aconteceu e como perdi minha virgindade, mas apimentarei seu conteúdo, afinal mais picante e salgado tudo fica melhor…
Nessa época eu já era safada, sabia disso, mas não entendia como usar e controlar meu corpo e minhas emoções. Eu me masturbava com frequência. Imaginava várias situações. Eu gostava de me imaginar uma escrava sexual. Colocava o travesseiro entre as pernas, me deitava de bruços, e me tocava até sentir meu corpo tremer.
Ficava acordada até tarde da noite, via os filmes nacionais, eróticos e pornográficos. Colocava filmes pornô no vídeo cassete. Me masturbava no sofá, em silêncio, pra ninguém ouvir.
Hoje sei trabalhar meus instintos, meus músculos, meus sentidos… Aprendi a apertar e relaxar minha vagina. Isso deixa os homens loucos. Aprendi a esguinchar, os machos adoram lamber meu caldinho. Encharco a cama. Sei usar meu corpo de forma a me oferecer muito prazer e proporcionar aos meus parceiros e parceiras uma foda louca e muito gostosa… Sou muito safada, não me canso de dizer isso. Sexo é pura diversão!
Eu tinha quase 17 anos, todas as minhas amigas já tinham transado, tinham namorados e coisa e tal, comentavam suas experiências… eu só ouvia, não tinha namorado. Elas falavam dos cacetes dos namorados, dos boquetes, das transas no carro, no banheiro do colégio…
Eu não era a mais bonita da escola, não tinha namorado. O menino que eu gostava era um idiota. Eu tinha aparelho nos dentes, usava rabo de cavalo e tênis colorido. Fazia parte da turma do fundão… Tinha as 3 melhores amigas do mundo os e 2 amigos companheiros,  sentávamos sempre juntos… Os 5 confidentes… Era muito divertido falar sobre sexo, principalmente com os meninos. Os meninos só queriam fuder. A professora de história era gostosona, as vezes eles ficavam de pau duro dentro da sala de aula e iam pro banheiro bater punheta. Eram sem vergonha, caras de pau!
Eu estava doida pra ter uma primeira vez e comentava, em tom de brincadeira, com meu amigo, o Junior.  Dizia pra ele me iniciar. Ele era bem magrinho, jeito de maloqueiro, calça larga e rasgada nos joelhos, cabelos pretos, cacheados e compridos. Ele morava no interior e dividia o apartamento com dois gêmeos mais velhos, estavam na faculdade ja.
Eu e Junior fumava um de vez em quando. Eu chamava ele pra me transar. Ele sempre sorria e me descartava. Tinha uma namorada na sua cidade, usava até anel de compromisso. Apaixonado pela guria, nunca tinha traído ela.
De tarde, depois da aula íamos, em grupo pra casa de um dos amigos…. Fumávamos um, ficávamos  de boa… Um dia….
– Junior vamos transar? De boa irmão… somos amigos, você continua com sua namorada. Não é traição, é descontração!
Estávamos só nos dois em seu apartamento. A turma tinha ido embora. Tranquei a porta, sem que ele percebesse. Fui para seu quarto, deitei na cama e o chamei para deitar ao meu lado. Pedi um cafuné nos cabelos. Ele se deitou. Bem devagar fui passando a mão pelo seu corpo. Coloquei minhas pernas sobre as dele. Fui desabotoando suas calças. Coloquei a mão em seu pau. Ele ficou gelado, não disse nada, deixou que eu continuasse.
Me deitei por cima dele e esfreguei meu corpo sobre o seu. Ele me abraçou, me deu um beijo meio sem graça no começo. Mas fomos aperfeiçoando conforme íamos tirando nossas roupas. Primeiro ele sentou -se sobre mim,  tirou meu uniforme escolar, desabotoou meu sutiã bem devagar, tremendo ainda… Meio desengonçada, tirei sua camisa. Ele foi beijando meu pescoço, meus ombros, meus seios, barriga. Foi tirando minha calça jeans devagar, puxou minha calcinha cor de rosa, de rendinha… tirava a calcinha e beijava minha xereca. Aquilo me deu tesão. Eu me espremia na cama. Ele ficou em pé na cama, sobre mim, tirou as calças, me puxou pelos braços e me fez tirar sua cueca. Deslizava suas mãos sobre as minhas, puxando a cueca pra baixo. Nossa que piroca grande, tinha uns 22 cm; grosso; cabeça  rosinha. Ele encostou minha boca no seu pau. Eu não sabia o que fazer, comecei a beijar e lamber.
– Abre a boca Sheyla, engula ele, passe a língua nele, chupe devagar. Sinta ele pulsar na sua boca.
Nossa que tesão eu sentia!
Ele me colocou de pé, me encostou na parede de costas e esfregava seu pau na minha bunda. Segurava meu pescoço e beijava minha nuca. Passava a mão nos meus seios de menina. Passava o dedo na minha buceta. Eu fiquei molhada, ele sorriu….
– Isso querida, vamos devagar, sua primeira vez, vou com calma…. Sinta você se molhando, isso é vontade de dar. Vou te comer gostoso. Romper você quando estiver bem molhada de vontade de dar. Você é muito puta, me trancou em casa só pra dar pra mim. Vadia!
Entrei no clima, me soltei!
Ele me deitou na cama, abriu minhas pernas devagar, beijava e chupava minhas coxas, minha virilha. Depois minha buceta. Fiquei muito molhada.
Ele se deitou sobre mim. Introduziu seu pau bem devagar. Senti dor, pedia que parasse, mas ele continuou. Até que colocou aquela rola bem dotada, inteirinha, dentro da minha buceta. Fazia movimentos de vai e vem, devagar inicialmente, depois mais forte, dava umas paradinhas com sua pica dentro da minha buceta apertada e virgem, dizia pra eu sentir o pau latejar de vontade de meter. Depois socava devagar. Eu senti dor  e pedi que parasse.
Ele parou de meter.
Colocou a boca na minha buceta e começou a me chupar vigorosamente, colocava um dedo na minha vagina e com outro ele tocava e mexia na minha buceta, fazia uns movimentos engraçados no meu grelinho. Mas eu gostei daquilo que ele fazia!
Estava prazeroso. Pedi que continuasse. De repente senti que meu corpo se enrigessia e tremia todo. Eu me contorcia para cima e para traz. Gritava e gemia ao mesmo tempo.  Logo em seguida meu corpo ficou mole, meu corpo estava quente, meu coração batia mais acelerado e minha respiração alterada. Eu tinha gozado e foi muito boa aquela sensação.
Ele sorriu. Seu pau estava duro. Ele bateu uma punheta segurando meus seios, encheu meu peito de porra. Seu corpo estremeceu.
Nos deitamos um ao lado do outro, ficamos conversando sobre várias coisas. Assuntos íntimos, assuntos da escola, assuntos de bons amigos… e muito mais…. Fumamos um. Falamos bobagens e trocamos boas risadas, passamos o dia juntos.
Não contamos o que aconteceu para ninguém. Era um segredo nosso. Ficamos juntos outras vezes, transamos, beijamos… Ele me ensinou várias coisas sobre meu corpo. Eu já tinha aprendido a engolir seu pauzão, chupar, abrir as pernas, ficar menos tensa… Minha buceta já aceitava seu pau sem que eu sentisse dor. Com o tempo foi ficando melhor. A
Nos apaixonamos um pelo outro, e foi bom viver essa paixão. Mabíamos que era um sentimento que não iria durar, pois ele iria prestar vestibular para estudar engenharia em outro estado.
Perdi minha virgindade de uma maneira muito legal, tranquila e gostosa, consegui gozar, a dor foi prazerosa.
Ele me chamou para realizar algumas fantasias que tinha vontade.
Ficamos com outra mulher. Ele chamou uma mulher bem mais velha, uns 30 anos, para transar conosco. Pediu que eu me soltasse e ficássemos todos juntos, que deixasse ela me dar prazer. Deixei ela fazer tudo comigo, consegui chupá-la.
Outra vez ficamos com um dos gêmeos, amigo que dividia o apartamento com ele. Fiquei tímida no início. Mas nossa amizade era tão incrível que ele me deixou a vontade. Consegui chupar os dois, dei  minha perereca para os dois. Até conversamos sobre ficar com os dois gêmeos.
Na escola, sentávamos sempre juntos, um do lado do outro, combinávamos nossos segredos com bilhetinhos. Ele me ensinava matemática e física nos intervalos. Pagava meu lanche. Uma vez trocamos uns amassos no banheiro.
Ele foi fazer engenharia na USP. Eu concluí meus estudos em Goiânia. Conversávamos por carta.
Nos encontramos quase 10 anos depois, família construída. Ele se casou com a namorada do interior. Foi morar em Brasília. Mas vem a Goiânia duas vezes por mês só pra ficarmos juntos. Nos encontramos escondido para transar e realizar deliciosas aventuras juntos.

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