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Comida por todos

Comida por todos
Há tempos li numa revista qualquer que havia um estudo sobre as fantasias das mulheres relacionadas com o sexo, e uma delas era a violação. Na altura achei uma palermisse do pior. Quem é que deseja ou fantasia com uma violação? A única excepção que conheço é a minha amiga Luísa que tem fantasias com gangues e grupos de skinheads a domina-la e a espancá-la, mas essa é maluca. È uma excepção à regra. Contudo sei que não passam de fantasias, pois ela morre de medo de sítios abandonados e escuros, guetos, etc. A semana passada fui visitar uns tios meus que tinham regressado da Suíça e estavam temporariamente a viver numa casa alugada ali para os lados da Pontinha ( Lisboa).

Meti-me no autocarro para os ir visitar, mas quis o azar que as cosias começassem logo por correr mal, pois quando joguei a mão à mala para pegar no smartphone, mas ele já nao estava lá. Tinha sido roubada! “Fuck!” Fiquei logo inquieta nem sequer sabia onde tinha de descer, por isso perguntei a um individuo de raça negra, onde era a paragem mais próxima daquela zona, ao que ele me disse, que apenas faltavam duas paragens, uma vez que ele também saia ali. Quando abandonei o autocarro percebi que ia precisar de ajuda, pois estava num local ermo, e entretanto ja tinha escurecido. “para onde vais, dama?” perguntou o rapaz que eu abordara no autocarro. “vou visitar os meus tios” – redargui, mostrando-lhe o endereço no papel que trazia comigo. ” podes vir comigo, eu moro perto” – declarou ele, fazendo-me sinal para eu o seguir. Parafraseado Charles Bukowski, “morrer não é ruim. Estar perdido é que é ruim”, e perdida era como eu me sentia, por isso fui atrás dele.
À medida que íamos caminhando, a minha insegurança ia crescendo gradualmente.
“para onde estamos a ir?” Indaguei já com o nervosismo na voz.
“vamos por um atalho. Este local é perigoso para damas como tu .” – Argumentou ele.
Entre começar uma discussão e ver onde aquilo ia dar, optei por rezar e pedir a todos os Santinhos que ele não me fizesse mal. Nessa altura estávamos a atravessar um túnel onde predominavas o cheiro a urina. Escutei vozes a murmurar e a rir. Mais à frente notei umas silhuetas de vários homens que gradualmente iam obstruindo a passagem. Fitei o jovem que me acompanhava que na altura não consegui lembrar do seu nome. Ele pareceu-me agitado , e isso deixou-me à beira de uma ataque de nervos. Subitamente começamos a ser cercados pelo grupo de homens que estavam no interior do túnel. A maio parte deles tinha o cabelo rapado e tinham um ar temível. Eram skin heads e não pareciam estar ali para brincadeiras.
“Para onde vais nharo?” – Questionou um deles para o negro.
“Não tens nada a ver com isso. És guarda alfandegário?” – Redarguiu ele com ar de desdém. Nesse momento o Skin deu-lhe um murro na cara que o deitou ao chão, de seguida todos os restantes começaram ao pontapé. Apavorada, tentei fugir do local, mas fui agarrada por um deles, que me segurou pelas costas de forma bastante veemente.
“onde vais, coisa boa?” – Sussurrou ele ao meu ouvido.
” Por favor, deixem-nos ir embora” – Supliquei
“claro que sim!”- Vociferou o que nos tinha abordado.
Notei que rapaz negro continuava no chão todo encolhido e com a cara toda ensanguentada. Ao ver que os Skins tinham virado as atenções para mim, ele desatou a fugir, o que os levou a rirem à gargalhada.
“parece que o teu companheiro cagou para ti” – Rosnou um deles que era o mais baixo, mas também o mais feio.
“ele não é meu companheiro. É um monte de merda”- Redargui irritada com a cobardia do black.
“Concordo contigo, como é que uma menina tao linda, anda com companhias daquelas” – disse o lider do grupo, que era o mais alto.
– “deixem-me ir embora” – Supliquei
“claro que sim” – Afiançou ele, ao mesmo tempo que abriu a navalha ponto e mola. Depois fez questão de a exibir bem perto do meu rosto, deslizando com a lamina pelo meu pescoço. A lamina era fria e ele deitava um bafo nojento a álcool. Nunca tinha tanto medo em toda a minha vida.
“se queres passar, tens de pagar a portagem”- Declarou um deles
“eu pago… eu pago, mas por favor deixem-me ir”- Balbuciei.
Nessa altura senti as mãos de um deles a apalpar-me o cu. Depois senti outra mão a mexer-me nas mamas
“pagas com este corpinho, querida”- disse o feioso, qu entretanto tentava beijar—me no pescoço. Estava rodeada de homens . Eles eram quatro e nao tinha hipótese nenhuma de sobreviver se tentasse reagir. Eles iam-me bater como fizeram com o outro, mas eu não tinha tanta resistência.
“Não custa nada deixares a gente brincar um bocadinho contigo” – disse um deles, que entretanto já tinha metido a mão pelas minhas cuecas abaixo. Tentei contorcer-me, mas ele era muito mais fortes que eu. E foi num instante até que ele enfiou dois dedos pela minha cona a dentro. Gemi, mas aguentei. Já estava semi nua, e sentia aquelas mãos todas em mim como se tivesse caído num poço de serpentes.
“Está húmida a puta”,- Declarou ele e com razão. Estava mesmo húmida. A tesão estava a tomar conta de mim, e eu estava completamente descontrolada. Dois deles tinha colocado os mastros de fora e masturbavam-se enquanto os outros me apalpavam toda. Obrigaram-me a colocar- me de joelhos e outros dois aproximaram-se com as suas vergas que estavam a menos de um palmo da minha cara.
“mama, puta” – Ordenou um deles, agarrando-me pelo cabelo. Hesitei, mas ele não me deu hipóteses, enfiando a sua verga grossa na minha boca. Comecei por chupar de modo desleixado, mas de imediato levei uma estalada na cara.
“mama-me a picha, não te armes em esquisita”
Obedeci, esmerando-me mais na situação. As circunstancias não me eram favoráveis de não os agradasse, portanto, só me restava tirar proveito daquilo. Então comecei a comandar a orgia.
” Fodam-me a boca, cabrões!”- bradei enquanto me abria para os outro me foder por trás.
“eu sabia que eras uma puta fodilhona”- declarou ele enquanto me alargava o cu com os seus dedos grossos.
Agora estava a mamar os três e a ser comida por trás.
“fodam esta puta”
A orgia estava quente e viscosa, quando de repente, o gajo que me estava a montar, ficou paralisado.
“pensavam que se ficavam a rir, cabrões?”- Reconheci a voz do black que agora estava à nossa frente de pistola em punho. Pela forma como ele revirava os olhos, os meus violadores perceberam que ele não estava para brincadeiras, e logo as pichas que eu mamava, ja se tinham sumido.
Escutei um estouro ensurdecedor e senti um espirro de sangue nas minhas costas. Ele tinha acabado de disparar um tiro contra um dos skins
“morram, filhos da puta” – berrava ele, enquanto descarregava o carregador, atingindo-os a todos na cabeça e no tórax. Os skins tombavam como coelhos à minha volta. Eu permaneci toda encolhida, até que senti a sua mão em redor do meu corpo.
“estás bem dama?” – Indagou ele
“Estou… quer dizer. Não sei” – Balbuciei nervosa.
“Nunca tei iria abandonar. Estes filhos da puta só tiveram o que mereciam”
“Obrigado por me salvares. Como te chamas?” – Indaguei
” Chamo-me Cassiano, mas chamam-me big”
“big?” – indaguei
“Sim querida, vamos sair daqui, que depois eu explico-te”.

FIM

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