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A senhora Ana na e eu na Praia Fluvial

A senhora Ana na e eu na Praia Fluvial
Em uma das minhas ferias de verão como hábito, lá foi eu para a praia de fluvial que fica em entre os rios Castelo de Paiva, normalmente há malta que acampa lá, eu também o faço, mas desta vez fui diferente, conheci a senhora Ana, uma mulher muito engraçada e extra divertida, na casa dos 50 anos a senhora me atraia muito, então a noite a malta juntava-se junto a uma fogueira a contar anedotas, cantavam, passavam assim o tempo, alguns ficavam ate mais tarde a jogar as cartas.
A senhora Ana era um pouco forte com uma barriga que parecia grávida, cabelos loiros, cara redonda com um belo sorriso, era mãe solteira tinha uma filha e estava lá com familiares dela. Conheci-os numa das noites a volta da fogueira, dês de então fiquei amigo do grupo da senhora Ana. Eu dormia do outro lado do acampamento retirado da praia, eu tinha uma Ford transit que a tinha preparado para as ferias, com uma transformação caseira, a minha menina como eu chamava era um autêntico camping car.

Em uma manhã estava eu no rio a tomar banho, quando Ana aparece a minha beira, começámos a conversar, Ana apoiou as mãos dela nos meus ombros, e ficamos ali cara a cara a conversar os dois, não sei o que me deu, peguei-lhe pela cintura e fiquei ali com as minhas mãos na cintura dela, ela aproveitou e passou os braços por meus ombros e no animo da situação nos beijamos, e ficamos ali digamos que a namorar por uma bela meia hora, ate que começou aparecer gente e despegamos, tudo veio o normal até a noite.
Chagando a noite lá fomos todos preparar a janta, eu tinha pescado umas tainhas e convidei Ana e os familiares para comermos pois tinha lá peixe que chega-se para todos, eu conhecia um supermercado que estava aberto até as 10h da noite, então Ana e eu fomos buscar limões e batatas fritas para comermos, eu conhecia a região pois sou de perto, pelo caminho Ana mete a mão dela por dentro dos meus calções mexendo no meu caralho, logo percebi o que ela cria então, foi por um atalho a onde podia esconder a carrinha, ficava retirado da estrada escondida no mato. Ana baixa-se e começa logo a chupar-me o caralho, agarro o volante com forca, e fechei os olhos.
Aquela boca macia que me invadia o caralho todo, sentia o macio da língua dela que deslizava pela glândula do caralho, me engolindo todo e sentindo um aperto dado pela boca dela, me sugava o caralho com força, os lábios que me apertavam e deslizavam por todo ele. Ana teve que sair e foi dar uma mijadela o ver ela mijar também me deu vontade então aproveitei a pausa para dar uma mijadela também. Fomos para a parte de traz da Ford e estiquei a cama, deitamo-nos na cama para estar mais a vontade. Deitei-me e Ana deitou-se por cima de mim, fiquei logo com aquele cu gordinho virado para mim, ele começou abanar o cu mesmo na minha cara, baixei um pouco a cabeça e com as mãos puxei o cu dela mais para cima, logo senti os pelos da cona dela que me roçavam nos queichos, comecei a esfregar meu nariz na cona dela, logo senti aquele cheiro forte de cona mal lavada, ainda com o cheiro de mijo de ter mijado a coisa de um minuto. Logo ela pegou no meu caralho e começou a esgaçar a pele para baixo, eu já estava com o caralho bem teso, esgaçou tanto a pele, que eu sentia uma ligeira dor causada pelo freio do pénis que é curto. Senti o peso dela em minha cara, e logo me comecei a esfregar naquela cona toda húmida com fome. Assim que meto a língua de fora, logo senti aquele gosto de cona suja, o gosto a mijo que era intenso, ela esfregava-se gemendo cada vez que eu lhe dava uma lambidela. O mesmo tempo eu sentia aquele calor no meu caralho que me corria por todo o sexo, um calor húmido, a língua dela que me massagava o caralho, aquela sensação de prazer com a chupadela que me estava a dar.
Deitei-a de barriga para baixo e pus-me por cima dela, comecei por lhe lamber as costas ruçando com os dentes por todo elas, com a mão comecei acariciar a cona dela, e por fim levei o meu caralho a entrada da cona dela, comecei a penetrar aquela mulher que me estava a por doido de prazer.
Assim que comecei a dar as tocadas com os movimentos de vai e vem, a excitação começou a ficar mais forte, a cabeça dela batia na beira da parede da carrinha, dando cabeçadas com cada tocada que lhe dava, ela gemia de prazer então eu não me dava conta das cabeçadas, no meio de tanta excitação, comecei acariciar o cu dela com o dedo, ela gemia cada vez mais, com um pouco de saliva comecei a penetrar o meu dedo, e de cada vez mais profundo, e estava eu a foder-lhe por traz, o mesmo tempo a foder aquele cu com o meu dedo. A dada altura ela começa a gemer e sussurrando que lhe fosse o cu, o que eu não levei muito tempo a retirar o meu caralho da cona dela e o meter a entrada do cu dela. Por isto ela me pede que fosse com calma, pois nunca tinha sido fodida no cu, mas já a muito que andava com esse desejo, então comecei a penetrar outra vez com o dedo, e depois mais um dedo, ate que ela se sentiu a vontade e me pede que fode-se com o caralho, com saliva e como já estava molhado da cona dela, esfreguei no cu dela para lubrificar.

Comecei por por a cabeça do caralho no cu e a fazer um pouco de forca, depois de algumas tentativas ela entrou, Ana apertou-me com uma mão na coxa com forca que logo percebi que a estava a magoar. Parei com a cabeça do caralho dentro do cu dela, dizendo a ela que quando quisesse que eu continuaria, que ia deixar a cabeça dentro para facilitar, depois de alguns segundos de repouso, Ana diz que a fode-se lentamente, então comecei a penetrar lentamente, uns 2 cm e retirei, sempre com a cabeça dentro do cu dela, voltei a meter mas desta vez um pouco mais, e a retirar lentamente, ate que por fim já conseguia enfiar o caralho todo ate eu sentir as nádegas dela nos meus colhões. Continuei a foder-lhe por um bom tempo assim, Ana começa a se excitar e pede que fode-se com mais forca, logo me deixei levar pela acção da foda, deixando ela a gemer todos os 3 segundos, a cada gemido que ele soltava eu me excitava e fodia com mais forca, eu já estava a ficar tão excitado que já a estava a foder como um a****l, sentindo aquele cu gordo o mesmo tempo apertado, apertando todo o meu caralho, cada milímetro que o caralho penetrava eu sentia um prazer enorme.
Mudamos de posição, fiquei deitado na cama e ela se sentou no meu caralho, começando a cavalgar e cima de mim, ali eu sentia todo o peso dela nas minhas pernas, meus colhões esmagadosde cada cavalgada que ela dava, ela tinha tomado o comando da situação, saltando em cima de mim, me dando um prazer total.
A dada altura eu estava já quase a me vir quando Ana começa a cavalgar com mais forca, não me dando oportunidade de me controlar mais, acabei por me esporrar todo dentro do cu dela, assim que ela se apercebeu que me tinha vindo dentro dela, levantou-se e sentou-se na minha cara, pedindo que eu lhe lambe-se o cu. Eu comecei logo a lamber aquele cu gordinho e quentinho, a ideia de eu ter acabado de lhe foder me excitava, eu só não tinha pensado que o cu iria libertar a esporra toda, então comecei a sentir um gostinho meio que doce meio que salgado e de repente minha boca estava cheia de esporra, pois como estava a lamber o cu a boca estava aberta e tudo pingou para dentro, eu não dei importância e continuei a lamber aquele cu, ate que por fim já estava a gostar de ter tudo engolido, o cu por estar bem limpo voltei a lamber a cona dela, aproveitando que já estava naquela posição. Ana agarrou-se o banco e quando dei conta não sei o que era mas senti um liquido um pouco amargo que sai pela cona dela me molhado a cara toda, por momentos achei que ela se estava a vir que fosse liquido lubrificante dela, mas não. Ana tinha acabado de se mijar um pouco me molhando a cara toda, de seguida beijamo-nos. Peguei num bidão de água e lavamos a cara e partes intimas, voltamos a nos vestir e fomos o supermercado. Quando chegamos o rio passamos a noite sempre juntos, ate o fim das férias.

Apesar da grande diferença de idade voltei a encontrar Ana, tivemos um caso que durou algum tempo, sempre tivemos boas recordações da nossa aventura, mas decidimos nos separar, guardando uma boa amizade…

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