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Nosso pequeno segredo do colegial (GAY)

Nosso pequeno segredo do colegial (GAY)
Essa é uma história verídica e aconteceu comigo e com um colega de classe meu que por motivos óbvios não vou citar nomes, então vou chamá-lo de Pedro. Eu e Pedro não tínhamos muita intimidade, ele era só mais um dos muitos colegas que eu tive no colegial, e também porque não tinha muito oque conversar com ele, pois éramos de grupos diferentes, sabe… nerds, atletas, patricinho e etc. Eu era atleta e um dos alunos destaques nas aulas de ed. física no handball e futebol e o Pedro era patricinho, tinha sempre as melhores coisas, tipo mochila, celular, tênis e etc; participava da ed. física mais pra ostentar suas coisas, Pedro era um caucasiano bonito de olhos verdes que pagava de machão na frente das garotas mas escondia uma tara por garotos que só se notava no vestuário depois das atividades física, ele chamava muita atenção tanto das garotas quanto dos garotos, sendo o queridinho da classe.

Certa vez, depois de uma atividade cansativa de ed. física, eu e meus amigos fomos ao banheiro do ginásio tomar uma ducha e trocarmos de roupa para a próxima aula, Pedro como sempre era o primeiro a chegar ao banheiro porque ele gostava de ficar manjando na rola dos outros (principalmente a minha), éramos jovens e levávamos tudo na esportiva, não via maldade neles e nem no Pedro, gostávamos de brincar com nossas pirocas, medindo ela e brincando de sarrar os outros! Tinha um gordinho que nem entrava na brincadeira porque ele era sempre zoado pois tinha um pau do tamanho de um nugget! Todos saíram e eu sempre ficava por último, pois demorava demais nos banhos pra chegar atrasado nas aulas rs; então ficou eu e Pedro no banheiro sozinhos, assim que eu terminei de tomar a ducha fui me trocar enquanto conversava com ele, Pedro não tirava os olhos da minha pica de 20cm enquanto me secava com a toalha e eu percebendo brinquei com ele: “Faz mau olhar não! rs”, ele deu uma risada meio que inesperada e ficou todo sem jeito, eu pra quebrar o gelo me vesti e apressei ele pra podermos sair logo, pois depois de um certo tempo os inspetores do colégio não deixa mais entrar em sala depois de iniciada a aula.

Assim que bateu o sinal do término das aulas fui a diretoria para entregar uma documentação e segui para casa, chegando em casa liguei o computador e entrei no facebook e vi uma notificação do Pedro no messenger me perguntando se eu gostaria de participar do grupo dele em um trabalho de filosofia, eu como não sou bobo nem nada aceitei imediatamente, pois sabia que ele pagaria pra alguém fazer o trabalho todo, levando os créditos sem mexer um dedo. Terminando o dia fui deitar e olhando pro teto do meu quarto fiquei imaginando aquela cena no vestuário do ginásio e de uma forma espontânea meu pau foi ficando duro feito rocha e fiquei imaginando ele mamando no meu cacete enquanto eu o beijava, confesso que bati uma naquela noite e gozei muito pensando no Pedro me chupando.

No dia seguinte Pedro sentou numa cadeira à minha frente e me mostrou o trabalho de filosofia pronto que era pra ser entregue no dia posterior, e pediu para que eu bota-se o meu nome no mesmo, era um trabalho bem chato e com 10 folhas relatando a história de um filósofo europeu que não lembro o nome, mas nada que uns 50 reais para os nerds que eles não façam! Entreguei o trabalho a ele assim que coloquei meu nome, ele pegou e olhou para mim com um olhar sarcástico e me disse: “Tá me devendo uma hein!”, eu percebi na hora a forma safada como ele falou pra mim e dei uma leve risada, perguntando oque ele queria em troca. Ele disse pra me encontrar com ele depois do intervalo perto do ginásio e nada mais, saindo para outra cadeira em seguida. A minha cabeça já foi a mil, já imaginando oque poderia rolar, eu fiquei com um pouco de receio mas tomei coragem e fui ao encontro dele, assim que terminou o intervalo ele pediu que eu o segui-se, me levando pra um local atrás da arquibancada aonde os empregados da escola guarda os materiais de serviços gerais, assim que chegamos ao local Pedro foi direto ao assunto e sem vergonha e nem pudor me disse a seguinte frase: “Nada na vida é de graça, tudo tem seu preço!” e dito essas palavras meteu a mão na minha pica que já estava latejando de tão dura e sentindo a grossura da minha jeba na calça ele mordeu os lábios e me olhou fixamente nos olhos e disse: “Eu sempre quis mamar nessa piroca, mas nunca tive a coragem de te pedir, até agora.”, eu já estava borbulhando, estourando de tesão e o peguei no braço com força, beijando-o. Depois de uma bela troca de fluídos bucal eu o botei de joelhos e abaixei as minhas calças, revelando meu cacete moreno de 20cm na altura do rosto angelical dele, Pedro assim que viu minha rola grande e veiuda tratou de mamar ela feito uma vadia que não vê um caralho por séculos, chupava e cuspia, se lambuzava no meu caralho, eu roçava o meu pau nos seus lábios e fodia sua boca feito uma buceta, Pedro tentou fazer um garganta profunda mas não conseguia pois era muito grande pra boquinha dele, eu olhava fixamente nos olhos dele enquanto ele se deliciava no meu caralho, certa hora ele pausou a chupeta e começou a me punhetar, falando umas safadezas, eu já não aguentava mais e anunciei que iria gozar mandando ele abrir a boca, Pedro como uma puta obediente abriu a boca com a língua pra fora e gozei 4 jatos de porra quente na boquinha dele, ele finalizou com mais uma bela chupada no meu caralho, escorrendo muita porra na boca dele.

Assim que terminamos fomos ao banheiro rapidamente nos limpar, com medo de algum empregado ou inspetor nos pegar trancamos a porta, Pedro com a boca cheio de esperma foi tomar uma ducha e eu vendo aquele corpo branquinho todo depiladinho na água não resisti e tomei banho junto com ele, ficamos nos esfregando no chuveiro e eu roçando meu pau já duro novamente na portinha do cuzinho dele, ele disse que era virgem e que nunca tinha dado pra nenhum cara, aquilo me deixou mais excitado ainda, a ponto de eu querer fuder ele ali mesmo, sem capa, só no pêlo. Ele ficou com um pouco de medo em liberar seu rabinho, mas o tesão e o momento o tiraram todo o receio e ele empinou sua bundinha pra mim, como um convite de casamento que não se pode recusar, assim que ele empinou ele me pediu quase que implorando pra eu comer o seu cuzinho, eu com os dedos enfiei no cuzinho delicioso dele fazendo movimentos leves de vai-vem pra alargar pro meu pauzão, ele gemendo bem baixinho me deixou com vontade de enfiar logo a jeba e com muito carinho e cuidado enfiei meu pau na portinha do cú dele mas ele era muito apertado e com a brutalidade do meu caralho ele deu um grito e tentou tirar, pois reclamava de dor, mas eu o segurei com força e peguei a toalha e fiz ela de mordaça nele falando no ouvidinho dele: “Hoje você vai ser minha fêmea!”, dito aquelas palavras eu comecei a aumentar o ritmo das bombadas no rabo dele, ele gritava, chorava, pedia pra tirar, confesso que não dei ouvido as exclamações dele e continuava a fode-lo e a dar tapas no seu rabão, assim que eu terminei com ele eu o peguei no colo com o meu caralho ainda enfiado no seu rabo e fiz movimentos moderados de cima-baixo, meu pau já estava ao ponto de explodir porra de novo, tirei o meu cacete do seu rabo esfolado e ele deu um berro de dor, disse pra ele não fazer muito barulho pois podiam nos ouvir, coloquei ele no chão com a bunda pra cima e mandei ele abrir o cú pra eu gozar dentro, assim que ele abriu eu enchi o seu cuzinho com porra e depois botei ele pra mamar no meu cacete. Terminei com ele ali, me vesti e o deixei estirado no chão do banheiro, cheio de suor e porra pelo corpo. Nos encontramos novamente na saída do colégio e ele me disse que isso nunca aconteceu e que esse vai ser o nosso pequeno segredo.

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