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Consolei minha irmã chifrada pelo namorado!

Consolei minha irmã chifrada pelo namorado!
Vou contar com detalhes o que ocorreu comigo quando eu tinha 18 anos. Minha irmã se chama Luísa, tinha 22 anos na época, cursava faculdade de psicologia, tem quase a mesma altura que eu, cabelos castanhos escuros e os olhos um pouco mais claros que o meu, ela tem seios de tamanho médio e um bumbum perfeito!

Meu pai é delegado, trabalha de madr ugada e tudo ocorreu em uma noite de quinta-feira, quando meu pai estava no serviço… Eu estudava de manhã, de tarde ia para o treino de futebol e de noite jogava no computador. Meu pai saía às vinte horas e minha irmã chegava por volta das vinte e três horas, isso dava um bom tempo para me divertir com alguns vídeos de sexo.

Mas naquele dia minha irmã chegou mais cedo da faculdade, batendo todas as portas da casa! Eu estava no computador vendo um filme de putaria, fechei rapidamente o navegador e fui perguntar o motivo de ter chegado duas horas antes e tão nervosa! Só que ela passou por mim chorando e foi correndo para o seu quarto. E eu fui atrás…

“O que houve?”, indaguei. “Nada, não me enche!”, ela me respondeu em lágrimas! Eu, preocupado, insisti: “Eu não sou mais criança, pode se abrir comigo!”.

Ela deitou na cama e resolveu falar: “Foi o idiota do Fernando! Eu peguei o safado aos beijos com uma amiga minha!”. Nesse momento eu me sentei próximo a ela e percebi que estava bêbada, pois exalava um forte cheiro de álcool! Tentando consolá-la, eu disse: “Não esquenta, deixa aquele babaca pra lá. Eu sempre desconfiei que esse seu namorado não valesse nada! Você merece muito mais do que ele!”.

Continuei falando coisas para incentivá-la a parar de chorar, até que ela saiu com essa: “É… E você tão novinho já é tão maduro! Além de tudo é lindo! Se não fosse meu irmão eu te pegaria!”.

Ela falou rindo, eu ri e fui me levantando em direção à porta, respondendo e tentando dar mais ânimo a ela: “Se você não fosse minha irmã eu te pegaria também!”. Ela se levantou da cama rápido e olhando pra mim perguntou: “Sério?”. E eu respondi: “Sério!”…

Eu ainda tomava na brincadeira, mas do jeito que ela olhou pra mim, era algo a mais que isso! E aquilo me deixou ansioso, mas procurei desencanar… Fui preparar um lanche na cozinha, ia assistir a um filme e depois dormir, só que na metade do preparo, senti duas mãos geladas do meu lado da barriga e logo depois uma mordidinha quente no lado esquerdo do meu pescoço, aquilo me arrepiou.

Era minha irmã: “Já que estamos sozinhos, que tal então darmos uns pegas mesmo?”. Eu esbravejei: “O que? Você bebeu! Não sabe nem o que está falando!”. Peguei meu prato de sanduíche e fui para a sala. Ela veio atrás de mim: “Ah, qual é, deixa essa mentalidade do século passado, o que tem dois irmãos se gostarem?”. E eu: “Nada, só que…”. Antes que eu completasse a frase, ela disse em cima: “Então vamos nos divertir um pouco!”.

Percebi que ela estava cheia de raiva do namorado e precisava trair ele de alguma forma! E eu fui escolhido como alvo! “Ficou sem resposta né? Faz o seguinte, fica caladinho aí, não precisa dizer nada, eu faço tudo!”, ela completou e veio me tirando o prato e o copo e colocando na mesa. Então me colocou contra a parede e me tascou um beijo! Instintivamente, respondi ao beijo.

“Gostou né, safado?”, ela perguntou. Não respondi nada e ela veio beijando meu pescoço, levantando minha camisa e me acariciando todo o peitoral. “Nossa, até que para um garotinho você está bem hein?!”. E tirou toda a minha roupa, me puxou pelo pulso, me levou para o banheiro, me empurrou para dentro, entrou e trancou a porta.

Afobadamente comecei a tirar a roupa dela, em meio a beijos e chupadas. Então me abaixei e fui tirando o jeans dela. Ela estava com uma calcinha vermelha bem enfiadinha na bunda, não demorei para abaixar ela também e ver aquela linda bucetinha, rosinha e perfeita. Antes que eu pudesse partir para o sexo oral, minha irmã me levantou, me empurrou contra a parede, se ajoelhou na minha frente e começou a brincar comigo, dava beijos na minha coxa, fingia que ia abocanhar meu pau e não o fazia. Eu estava morrendo de vontade, ansiedade e medo, uma mistura que me paralisava.

Até que ela abocanhou meu pau e eu soltei um gemido quase que instantâneo. Aquela boquinha quentinha, a língua brincando com minha cabecinha, as mordidinhas, chupadinhas, lambidas no meu pau e no meu saco, enquanto me olhava com aqueles olhinhos de safada! Aquilo me deixava louco! Eu estava nas nuvens! Não conseguia parar de gemer e respirar de maneira bem ofegante. Até hoje minha irmã foi a única quem me fez delirar de verdade em um boquete!

Eu não estava mais aguentando, senti que o gozo vinha e avisei, porém ela não parou, até eu gozar na sua boquinha! Era muita porra e ela engoliu tudinho! E ainda limpou todo meu pau com a boca. Enquanto isso eu escorregava pela parede de lajota do banheiro e cai sentado no chão de prazer. Ela tinha engolido boa parte, ficou um pouco na sua boca e ainda me deu um beijo, eu achei totalmente nojento, mas naquela hora valia tudo. Ela se levantou e disse: “E eu?”.

Eu olhei pra cima e vi aquela maravilha, minha irmãzinha nua me pedindo para ser chupada! O medo e a ansiedade já tinham passado, mas o tesão continuava, e eu senti que deveria começar a comandar aquilo, nunca deixei que minha irmã me comandasse. Eu levantei rapidamente, a puxei para a parede, fui ao pé do ouvido e falei: “Agora é minha vez de te chupar!”. E ela: “Vai lá maninho, mostra quem é o homem da casa!”.

Aquela voz doce e suave me fazia se sentir um rei! Eu beijava seu pescocinho e descia até aqueles seios perfeitos, beijava e chupava ao redor dos mamilos e depois mordiscava! Enquanto isso fazia pressão com minha coxa naquela bucetinha rosa. Minha irmã fechou os olhos e começou a ficar ofegante, dava uns gemidos enquanto eu mordiscava e chupava um seio e massageava com a outra mão o seu outro seio!

Eu estava meio desastrado, não conseguia fazer tudo muito bem, mas estava avançando. Logo baixei para a barriguinha, dava beijinhos e ia descendo bem devagar para encontrar a bucetinha dela. Eu beijava bem pertinho de sua xota, beijava as coxas e dava chupões. Ela me pegou pelos cabelos e enfiou minha de vez a minha cara em sua bucetinha! E foi aí que comecei a lamber aquela xoxotinha deliciosa! Ela ofegava cada vez mais e rebolava na minha boca.

Então parti pro seu clitóris, dei chupadinhas e fiz tudo que tinha feito antes! Ela rebolava mais rápido e gemia mais alto. Coloquei um dedinho naquela bucetinha e ela soltou um gritinho. Eu estava adorando aquilo, não parava de chupar e colocar mais dedinhos naquela xaninha, enquanto ela falava: “Não para maninho! Seu safadinho! Vai me chupa toda!”.

Eu fui aumentando os movimentos e ela foi rebolando mais, até que senti ela prendendo meus dedos dentro dela e soltando um gemido longo. Ela gozou muito e não parava de gemer. Senti os seus pés se contraírem e ela se encolher toda, me levantei e fui ao pé do ouvido dela: “E aí, maninha, gostou?”. Ela me abraçou e sussurrou: “Me fode, meu machinho…”.

Naquele momento meu pau já estava duro de novo e comecei a roçar naquela xaninha toda molhadinha e lubrificada. Ela deitou no chão do banheiro e eu fui por cima, comecei entrando devagarzinho e fazendo um vai e vem bem lentamente. Via minha irmã com os olhinhos fechados, ali eu nem pensava muito, só sabia que estava adorando. Comecei a bombar mais forte e ela voltava a gemer, naquele momento estava com vontade de dar prazer, não de sentir, me abaixei próximo a ela e falei: “Tá gostando? Era um pega desse que você queria?”.

Enquanto isso ela respondia em meio aos gemidos: “Vai, não para, te amo meu maninho! Aahh…”. Ela voltou a gozar, dessa vez menos que antes, mas ela ficava em êxtase quando gozava. Fui chupar novamente a bucetinha, fui descendo pelo caminho daquele melzinho até o cuzinho dela, era cheirosinho e rosinha também. Ali senti um grande tesão, pois sempre fui tarado por rabinhos. Comecei a lamber ao redor, chupar e enfiar de leve a língua, enquanto ela voltava a gemer.

Coloquei-a de ladinho e vim por trás, já posicionando meu pau naquele cuzinho rosa, enquanto ela falava ofegante que não queria ser comida por trás e colocava aquelas lindas mãozinhas na frente da sua bundinha. Eu segurei as duas mãos e comecei a entrar naquele anelzinho, estava bem lubrificado e muito gostoso, entrava devagarzinho e sentia cada centímetro lá de dentro. Minha irmãzinha ficou calada e deu uns gemidos, enquanto apertava meu pau dentro da bundinha.

Ela gemia muito! “Tá doendo, para…”. E eu insisti pra aguentar, pois queria muito gozar dentro daquele rabinho: “Relaxa! Essa sua bundinha é maravilhosa!”. Vendo que ela cooperava, soltei suas mãos e comecei a colocar uns dedinhos naquela bucetinha, ela gemia e abria a bundinha com as mãos, enquanto começava a rebolar.

Continuei o vai e vem por uns cinco minutos, até não aguentar mais e gozar dentro dela! Ela gozou junto comigo e nós dois ficamos lá largados no chão por alguns minutos. Eu não tirei o meu pau de dentro daquela bundinha que ficava piscando e apertando ele. Fiquei abraçado um tempo com ela, depois levantei e me lavei. Meu pau estava doendo um pouco e cai exausto na cama! Só fui acordar no dia seguinte, com meu pai gritando comigo que eu estava atrasado para a aula.

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