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Filha bêbada não tem dono!

Filha bêbada não tem dono!
Vou tentar escrever em poucas linhas um fato que marcou minha vida pra sempre! Aos 42 anos de idade, tive uma grande decepção quando descobri que minha mulher estava transando com seu patrão. Depois de várias brigas, acabamos nos separando e ela foi morar com seu amante. Minha filha, Carolina, era apenas uma adolescente e ficou tanto quanto eu, revoltada. Ela era dessas meninas que tinha uma beleza ímpar: morena clara, 1,62 metros de altura, 58 quilos, peitinhos e bundinha nas medidas certas e além de tudo, muito estudiosa.

Carolina acabou ficando comigo e com o tempo passou a modificar totalmente seu temperamento. De menina muito caseira passou a sair com coleguinhas constantemente e a não ouvir mais os meus conselhos. Sabendo que era a falta da mãe o motivo de seu comportamento, tentei de todas as maneiras fazê-la entender que estava errada, na esperança que ela arrumasse um namorado e casasse logo, me deixando sozinho pra também arrumar minha vida que estava toda atrapalhada!

Mas as coisas apenas pioraram! Minha filha, Carolina, passou a chegar das festinhas de pileque e pra não me aborrecer acabava ficando quieto no meu canto. Ela já estava com 18 anos e aprontando tanto que eu já pensava até em dar-lhe uns bons tapas na cara pra largar de ser tão inconsequente. Em certa noite, passava das três horas da madr ugada quando tive que levantar ao ouvir barulhos vindos da sala.

Era Carolina que de tão bêbada derrubou uma cadeira no chão da sala. Sem que ela percebesse fiquei ali observando tudo e esperando o melhor momento de dar-lhe uma boa surra. Ela ainda ficou alguns minutos na sala cambaleando e terminando de beber sua latinha de cerveja. Ela estava de minissaia de couro, bem curtinha, e uma blusinha bem decotada. Acho que pelo fato de estar tão bêbada não percebeu que sua saia estava subindo e deixava boa parte de sua bunda de fora. Enfim ela terminou a cerveja e largou a latinha ali mesmo no chão, derramando o restinho que sobrava e seguiu para seus aposentos. A hora de umas boas palmadas havia chegado!

Entrei em seu quarto e Carolina já estava atravessada e apagada na cama, de bruços, com o corpo todo esparramado. Acendi a luz e quando cheguei perto percebi algo de anormal entre suas coxas e a minissaia que usava. Olhei mais atentamente e vi aparecendo parte de sua buceta. Carolina por algum motivo estava sem calcinha! Pra ter certeza, levantei sua saia comprovando que realmente ela não tinha nada por baixo. Mesmo muito puto, acabei admirando seu lindo rabo! Nunca notei que minha filha tinha uma bunda tão volumosa e tão perfeita. Sentei do seu lado e fiquei olhando tanto a bunda quanto o início de sua xoxota. Passei a mão em suas nádegas sentindo a maciez de sua pele que parecia de veludo. Fiquei muito excitado que acabei tirando o pau pra fora. Eu alisava a bunda de Carolina e ao mesmo tempo alisava meu pau, pensando nos problemas que ela vinha me causando. Eu que não tinha o direito de arrumar outra mulher porque morava com uma filha que vivia me dando dor de cabeça, tinha que dar um jeito em tudo aquilo, pra não acabar enlouquecendo. Mas a loucura me veio justamente quando abri as nádegas de Carolina vendo seu lindo e rosado cuzinho! Pensei comigo mesmo, se essa putinha andava dando sei lá pra quantos, porque eu não podia aproveitar o momento? Molhei com saliva a ponta da piroca e subi sobre minha filha que dormia profundamente embriagada…

Apoiei a ponta da piroca na portinha de sua bunda e num solavanco fiz entrar até a metade. Carolina apenas resmungou e continuou com os olhos fechados. Forcei mais e fui lentamente enfiando até encostar o saco em suas nádegas. Comecei a bombar lentamente e Carolina apenas murmurava algumas palavras desconexas. Fui aumentando o ritmo até parar e gozar muito dentro de seu rabo gostoso. Abaixei sua saia e fui pro meu quarto. Não consegui mais dormir pensando o quanto foi gostoso comer o cuzinho da minha filha e não estava nem um pouco arrependido. Uma hora depois estava novamente pensando e com o pau duro, pensei: “Foda-se! Já que comi atrás, porque não comer na frente também?”. Voltei ao seu quarto e novamente acendendo a luz vi que Carolina continuava na mesma posição. Virei-a de frente e sem receio nenhum tirei sua saia. Quanto vi sua linda xoxota percebi que não podia mais voltar atrás, tinha que comer a buceta da minha filha de qualquer jeito! Abri suas pernas e arqueei-as um pouco entrando no meio. Botei meu pau e dei uma socada que meu pau foi até o fundo. Quando estava num gostoso vai e vem Carolina abriu um pouco os olhos e disse: “Pai?”. Eu já não podia mais parar! “Calma filha, você pode continuar dormindo que papai só está aqui pra te fazer companhia!”. Parecia que Carolina estava sentindo as estocadas em sua buceta. Deu alguns gemidos, mas logo fechou novamente os olhos. Continuei socando até parar e gozar dentro de sua bucetinha!

Peguei uma toalha e depois de limpar sua xoxota e sua bundinha coloquei-a debaixo de seu corpo seminu e voltei pro meu quarto. Já era quase meio dia e como ela continuava dormindo, resolvi acordá-la. Ela abriu os olhos ainda de ressaca e quando viu que estava nua da cintura pra baixo ficou apavorada tentando achar alguma coisa pra se cobrir. Peguei sua saia que estava caída no chão e dei-lhe em suas mãos. Carolina toda atrapalhada foi se vestindo e disse: “O que aconteceu pai?”. E eu: “Você chegou novamente bêbada!”. Ela disse assustada: “Eu não me lembro de nada, por que estou desse jeito? Pelada da cintura pra baixo?”. E eu respondi: “Sem calcinha você já chegou da rua! Agora a saia fui eu que tirei! Eu pretendia te dar um banho, mas você estava tão bêbada que não consegui!”. Ela ficou calada e sai do seu quarto.

Eu estava na sala quando ela chegou toda sem graça: “Pai, me diz uma coisa, eu sonhei ou você fez alguma coisa comigo?”. Resolvi mentir um pouquinho: “Fiz sim, mas só fiz porque você pediu!”. Ela arregalando os olhos: “O que foi que eu pedi?”. “Ué filha! Primeiro você disse: Pai! Come a minha bundinha? Eu não resisti e acabei fazendo o que me pediu!”. Ela nervosa: “Eu pedi mais alguma coisa?”. Sem mostrar nenhum arrependimento por estar mentindo, eu falei: “Pediu sim, depois você me pediu pra meter na frente também e não resisti novamente!”.

Ela meio chorosa: “Mas você não podia fazer isso comigo!”. Eu puxando ela pelo braço fazendo sentar ao meu lado: “Eu estou brincando filha, não aconteceu nada! Eu só quis te assustar pra ver se você toma vergonha, do jeito que estava bêbada podia acontecer até coisa pior na rua se algum vagabundo te pegasse!”. Ela deitou a cabeça no meu peito e ficou alguns segundos em silêncio e disse com cara de desconfiada: “Eu jurava que realmente tinha acontecido algo, mas devo ter sonhado então”. Fiquei um tempão fazendo-lhe carinhos e senti novamente meu pau crescendo. Na posição que ela estava devia estar vendo que estava de pau duro. Alguns minutos depois eu falei: “Filha! Acho melhor você tomar um bom banho!” Ela ainda deitada no meu peito disse: “Estou com muita preguiça!”. Eu bem malandro insisti: “Se quiser eu posso te ajudar a tomar banho!”. Ela levantou de repente e olhando pra mim: “Ah pai, hoje não! Ainda estou um pouco confusa!”. Ela se despediu e foi tomar seu banho sozinha.

Depois desse dia, Carolina parou de sair pras gandaias, quando saia voltava cedo e sempre sóbria. Dias depois, exatamente no dia do meu aniversário de 44 anos, Carolina chegou da rua com um embrulho e depois de me dar um abraço e um beijo me entregou pedindo pra não reparar, mas que era de coração… Era uma linda camisa social: “Não precisava filha! Só o seu abraço e seu beijo já me deixaram muito feliz!”. Carolina voltou a me abraçar e a dar-me vários beijos no rosto: “Você é o melhor pai do mundo, eu sei que andei te deixando preocupado com as minhas maluquices, mas prometo que não vou mais te dar nenhum aborrecimento!”.

Estava adorando aquele contato físico com minha filha: “Faço votos filha! E qualquer problema que tiver você pode contar sempre com seu pai!”. Depois sugeri de a gente sair e comemorarmos comendo uma pizza. Carolina concordou dizendo que ia tomar um banho rápido. Só que ela parou no meio do caminho e disse: “Como hoje é seu aniversário, eu deixo você me ajudar a tomar meu banho!”. Eu mal podia acreditar no que estava ouvindo: “Claro, filha! Papai vai te dar o melhor banho de sua vida!”. E ela: “Oba! Então vem pai, vem!”. Entrei com ela no banheiro e ela disse sorrindo: “Só que eu estou com vergonha de tirar a roupa na sua frente!”. E eu: “Se você quiser eu posso te ajudar a se despir também!”. Meu pau de tão duro, já estava pedindo pra ganhar sua liberdade!

“Então tá pai! Mas vou ficar de olhos fechados pra não sentir tanta vergonha!”. Primeiro puxei sua blusa por cima de sua cabeça, e quando tirei seu sutiã e vi aquele par de peitos grandinhos e suculentos com seus bicos já pontudos eu disse: “Puta que pariu filha! Você tem os seios mais lindos que já vi!”. Ela deu um largo sorriso com cara de safada e muito louco caí de boca mamando e chupando os bicos alternadamente.

Carolina se afastou um pouco encostando o corpo na parede: “Chupa pai! Mama os peitinhos da sua filha!”. Enquanto mamava ela mesma foi se livrando da saia e ficando só de calcinha fio-dental enfiadinha na bunda: “Vem pai! Tira também a sua roupa pra gente tomar banho junto!”. Muito nervoso comecei a me despir vendo Carolina terminando de tirar toda sua roupa. Quando vi o espetáculo daquele corpo nu na minha frente puxei-a de encontro ao meu corpo: “Oh filha! Você está me deixando louco de tesão!”. Carolina segurou firme minha piroca: “Eu também estou pai! Hoje eu quero você sem estar bêbada!”. Abri o chuveiro e sem largá-la dos meus braços beijei loucamente seus lábios dando um passo pra debaixo da água. Sem desgrudar nossas bocas ficamos vários minutos com a água escorrendo pelos nossos corpos. Coloquei-a sentada no murinho do box: “Papai quer ver sua bucetinha!”. Ela sentou e abrindo as pernas: “Então olha pai! Olha bem lá dentro da minha buceta!”. Abri os lábios vaginais deixando sua bucetinha vermelha toda exposta e levei a boca. Na primeira lambida Carolina segurando minha cabeça com as duas mãos: “Oh pai! Desse jeito você acaba comigo! Chupa! Chupa! Morde minha buceta!”.

Eu lambia, chupava, puxava seu clitóris com os lábios até Carolina berrar: “Vou gozar! Vou gozar! Vou, vou, vou! Aaaaaaaaaah!”. Depois ela olhando pra mim: “Caralho pai! Nunca gozei tanto assim, olha só como minha xoxota está toda lambuzada!”. Segurando meu pau bati em seu rosto levemente num lado e no outro: “Já vi que você gosta de gozar, né filha?”. Ela segurou meu pau fazendo parar de bater em seu rosto: “Gosto pai! Mas gozar com você parece ser muito mais gostoso por ser proibido!”. Sem que eu esperasse abriu a boca e engolindo parte da minha piroca começou a mamar e punhetar ao mesmo tempo: “ Você é doida filha?”. Ela tirou a boca: “Seu pau parece ser muito gostoso não dá para resistir!”. Voltou a abocanhar e a mamar com tanta perícia que assim que senti que meu esperma já estava vindo pelo canal tirei rapidamente de sua boca soltando tudo na direção da sua cara de putinha…

Saímos pra comer a pizza e logo que voltamos pra casa, a danadinha falou me abraçando: “Vou fingir que estou bêbada e te fazer um pedido!”. “Pode pedir filha!”. Ela realmente fingindo que estava bêbada e com a voz meio pastosa: “Pai! Come a minha bundinha?”. Começamos a rir e puxando minha filha pra lhe dar um beijo na boca eu falei: “Eu acho que tenho uma filha tarada!”. Ela aceitou meu beijo e depois disse: “Eu não sou tarada não! Mas se você comeu minha bundinha quando estava bêbada e eu nem vi, hoje eu quero sentir tudo!”. Eu disse: “Aquele dia foi apenas um sonho filha”. E ela respondeu rindo: “Sei, sei!”. Então fomos pro meu quarto e depois de algumas preliminares ela ficou de quatro… Parecia uma cachorrinha no cio: “Vem pai! Enfia tudo no cuzinho da sua inocente filhinha!”. De inocente aquela safada não tinha nada, quando atolei toda a pica ela disse rebolando: “Mete pai! Mete com toda sua força! Arromba meu cuzinho!”. Sem dó e nem piedade, comecei a socar com tanta violência que Carolina sacudindo todo seu corpo gritava e urrava como se estivesse sendo estuprada! Ela apoiou a cabeça sobre o colchão e levando a mão na xoxota ficou apertando o anelzinho do cu em torno no meu pau enquanto tocava uma siririca. Então Carolina começou a gozar e a arriar seu corpo sobre a cama que tive que segurá-la pela sua cintura e encher seu rabo de porra. Foi o melhor aniversário de minha vida!

Eu não sei o dia de amanhã, mas, só sei que vivo feliz com minha filha e nem penso em arrumar outra mulher! Carolina também fala que não quer nem saber de arrumar um namorado.

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