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Esposa cavalona titio pirocudo 3

Bdsm

Esposa cavalona titio pirocudo 3
No dia seguinte ao filme as coisas transcorreram normalmente, os dois trocavam olhares meio cúmplices mas não passaram disso, até cheguei a achar que as putarias iam acabar depois do que tinha acontecido, porém me enganei mais do que nunca.
Durante o jantar Carol comentou que tinha adorado o filme, meu tio disse que também havia pensado a mad**gada inteira no “filme” e que até estava com vontade de ver outro.
– Não seja por isso – retrucou minha esposa – depois que eu lavar a louça podemos assirtir né amor?
– Acho que vou dormir cedo hoje amor – falei.
– Uhm – que pena Wagner – disse o fingido do meu tio, e ainda acrescentou que sua perna ainda doía um pouco, e que se não fosse pedir demais que vissem o filme no seu quarto, pois na cama poderia ficar mais confortável, é claro que a puta da minha mulher aceitou, pois ali estava a oportunidade perfeita para que ele lhe passasse a vara.
Peguei o computador da sala e levei até o quarto de tio jorge, ele me deu boa noite e foi pra cama apenas de sunga, minha mulher disse que terminaria a louça rapidinho e já ia, os dois estavam visivelmente ansiosos, dei um boa noite e fui me deitar… alguns minutos depois ela veio ao quarto na ponta dos pés e eu fingi estar dormindo, percebi quando ela cheguou bem pertinho para conferir, depois tirou sua roupa e colocou apenas uma minúscula calcinha rosa, que inclusive meu tio havia escolhido para ela, era bem enfiadinha, com babados dos lados e um zíper na bucetinha… fiquei de pau duro só de ver Carol com ela.
Assim que ela saiu do quarto aproveitei para pular a janela, pois o quarto em que meu tio estava era ao lado, e ambas as janelas, davam para o pátio interno, onde eu poderia ficar tranquilamente e ver tudo que se passava lá dentro através das laterais da cortina.
Lá dentro ele assistia um filme semelhante ao da noite anterior, com caras bem dotados e loiras, logo minha esposa entrou no quarto (reparei que ela passou a chave), meu tio ficou besta com o tamanho da sua calcinha e com os seus peitões…
– Caramba Carol, assim você mata o pobre coitado aqui rs
– Gostou tio? – disse ela piscando o olho, e foi se deitar rebolando aquele traseiro magnífico. Meu tio mal olhava o filme, apenas secava o corpo de Carol e mexia seu pauzão por cima da sunga… ela olhava para a tela e notava-se que estava visivelmente excitada (eu sabia porque conhecia a cara que ela ficava quando estava com tesão, suas bochechas costumam ficar bem vermelhas)… em dado momento ela colocou a mão dentro da calcinha e começou a se masturbar, logo meu tio tirou a sunga e aquele pinto monstruoso pulou pra fora apontando para o teto, ele passou a alisá-lo lentamente.
– Que pinto duro tio… deve estar gostando muito do filme rs
– Não é pelo filme não Carol…
– Não?
– É por ver você assim… gostosa desse jeito, desculpe mas tenho que falar!
– Imagina Jorge… considero um elogio e fico muito satisfeita… e até confesso que também fico muito molhadinha de ver esse pintão duro…
– Pode pegar nele se quiser tá! – nem precisou pedir outra vez, a cachorra ficou de quatro na cama e começou a punhetar aquela tromba, a mão dela mal fechava em volta do pau dele, meu tio gemia e se contorcia de tesão.
– É bom assim tio? – ele apenas assentiu com a cabeça e gemia – E assim… – dizendo isso deu uma lambida das bolas até a cabeça, e voltou a deitar do lado dele, rindo safadamente.
– Poxa Carol, tava tão bom, não para não!
– O senhor me respeite, que eu sou madame rs
– Ninguém vai saber… e não vai matar ninguém gatinha… e sei que você está toda molhadinha!
– Sabe nada…
– Ah é!… deixe eu ver então – dizendo isso ele ficou de joelhos na cama e começou a bolinar a bucetinha dela por cima da calcinha, a safada abriu as pernas arfando de tesão, ainda mais quando ele abriu o zíper e deixou saltar sua xaninha depilada pra fora.
– ah, que bucetinha mais linda! – dizendo isso ele caiu de boca no grelinho de Carol enquanto enfiava o dedo em sua buceta, ela gemia alto e apertava sua cabeça contra suas coxas, seu corpo todo tremeu em um grande orgasmo.
– Falei que estava louquinha de tesão! Rs…mas agora quero uma retribuição!
– Quer é? Qual?
– Você sabe safada… vem me dar uma chupada bem gostosa, vem!
Mais que depresa a vagabunda ficou de quatro novamente, e com ele ainda de joelhos começou a dar pequenas mamadinhas em suas bolonas, depois foi subindo com beijinhos até a cabeçorra e, após alguns beijinhos e lambidinhas começou uma gulosa naquele cacetão que mal passava da cabeça dentro da boca de Carol, mesmo assim meu tio delirava com a boca da minha esposinha safada.
Ficaram nisso uns dez minutos, com ela mamando em seu pauzão e punhetando o que ficava de fora, uma hora ela parou de chupar e disse;
– Olha só o tamanho dessa pica! Será que isso caberia em mim? Você mede pra eu ver tio?
– Claro minha gostosa, deita ai!
Ela deitou arreganhando as pernas e ele colocou aquele cacetão em cima da sua barriga, chegou no umbigo, ela riu e disse.
– Nossa tio… isso nem entraria em mim rs
Meu tio deu uma risada sacana e respondeu.
– Sua buceta é toda pequenininha mas com jeitinho entra sim…ainda mais uma cavalona que nem você, aguenta numa boa – Ele abriu o que restava do zíper da calcinha e começou a passar a cabeçona na bucetinha encharcada dela, que gemia como uma rameira, até que ela não se aguentou mais e pediu.
– Enfia tio… mas bem devagar tá?
Ele deu um sorriso satisfeito e começou a empurrar aquela torona pra dentro da buceta de Carol, quando passou a cabeça ela deu um berro.
– Ain… cuidado… tá me arregaçando!
– Aguenta minha sobrinha safada… nem começei a te arrombar ainda! – e foi empurrando lentamente aquele mastro, cada pouco que entrava era um gemido mais longo dela, que suava e tremia pra agasalhar tudo aquilo; da janela eu apenas me punhetava e observava minha esposinha sendo arregaçada, sabia que nunca mais comeria a mesma xoxotinha apertada outra vez…
– Ai, ai tio… já chegou lá no fundo!
– Já? E nem coloquei tudo sabia rs
– Não?
– põe a mão pra você ver
Ela colocou a mão por baixo pra sentir.
– Nossa… é muito pau! Estou toda cheia…
– Eu sei, você é bem apertadinha Carol, uma delícia! Agora dá umas mordidinhas no meu pau com a bucetinha vai… isso, assim… que delícia… cavalona gostosa, sabia que você aguentava o tranco! Agora se prepara que vou dar umas bombadinhas pra você gozar bem gostoso tá?
Ela fez que sim com a cabeça e abriu mais as pernas, ele começou um vai e vem lento, tirava até quase o fim e empurrava outra vez dentro dela, que já estava em extase, apenas gemia “ain..ain.. ain..” …logo ele aumentou o ritmo e começou a fodê-la com força, chupando suas tetas e falando em seu ouvido:
– Tá gostosa a rola do tio? hein cavalona? Ficou me provocando com essas calcinhas de puta pela casa…não sabe quantas punhetas eu toquei pra você safada… agora toma vara… aguenta agora vadia…
Minha esposa nem conseguia falar apenas gemia com aquela sessão de rola, acho que ela deve ter gozado umas três vezes na pica dele, até que meu tio também aumentou as estocadas e começou a urrar e gozar dentro da buceta agora arrombada da minha cavalona, ficou ainda um tempo em cima dela recuperando o fôlego, e quando tirou o pau ela emitiu um “ah”… e parece ter gozado mais uma vez…
Eles ficaram ainda um tempinho deitados conversando, até que Carol falou que estava tarde e precisava ir pro quarto pra eu não desconfiar (rs), meu tio ainda tirou sua calcinha e disse que ficaria com ela pra lembrar da foda… voltei com um foguete para minha cama e fingi estar dormindo, lembro que minha esposa chegou andando com dificuldade e se jogou na cama de bruços, nua mesmo como estava, e logo adormeceu, estava exausta. Acendi o abajur para olhar o estrago que o pintão do meu tio havia feito, o sacana tinha arrombado minha mulher, ainda escorria um rio de porra da buceta dela.
Naquela noite eu nem dormi, tinha que levantar a cada passo para me masturbar pensando em tudo que havia visto… lembro que quando os dois estavam deitados depois de treparem ele pediu seu cu e ela prontamente negou, disse que não daria o rabo para ele de jeito nenhum… mas aconteceu um fato que mudaria isso, fazendo inclusive com que eu estivesse presente na ocasião… mas isso eu deixo para os próximos contos… grande abraço a todos… CONTINUA

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